Aquele sentimento que é a plenitude da beleza, que completa totalmente a alma. Ápice do deleite.
Além da felicidade, apogeu. Íntimo, único e lírico. Máximo, lépido e épico. Eu quero.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

O Vento.

Escrita faz tempo, numa noiteventania, quando tu ainda me tinha..


O vento remexe a vida,
traz de volta o que passou
e leva embora lembranças.
O vento, forte, arranca árvores, retorce galhos.
Suave, toca o rosto e traz paz.
Brisa, arrepia o corpo e penetra na alma,
acalma o coração.
O vento, ousado, faz voar os cabelos;
brincalhão, faz redemoinho nas folhas.
Move montanhas de areia,
desenha nas pedras.
O vento refresca, aumenta sensações.
O vento nas costas, subindo na nuca,
libera emoções.
O vento atinge, assobia nas janelas,
chama de mansinho.
Parece que acelera o tempo,
traz terra aos olhos e faz voar pipas.
O vento, sopro dos anjos, move teu barquinho.
O vento carrega, traz coisas novas.
O vento que movimenta as nuvens,
me guia.
E, por sorte do acaso,
o vento -que teima em me levar- me trouxe até ti.

Entrevista

Olha que interessante: O pessoal da Fabico, da minha turma, resolveu fazer algumas entrevistas para conhecer melhor os futuros colegas. Eis que eu fui a primeira entrevistada. Pintaram umas perguntas bem legais e acho válido postar as melhores por aqui. Para que tu, leitor, fiques me conhecendo melhor também. Foi, então?


O que te dá mais saudades de Bagé?
-Bah, eu sinto saudade de muita coisa! É super bom crescer no interior. Eu penso que o que mais me faz falta é ir pra fora nos finais de semana, o pátio da minha casa, a família que ainda tá lá, os amigos.. Eu tenho muita saudade da minha infância lá! Sinto falta dos momentos bons que eu passei em Bagé, praticamente toda minha vida né, mas eu tenho uma nostalgia boa só. Não passa pela minha cabeça voltar a morar lá. Eu amo Porto Alegre.

Você ja morou nos Estados Unidos? Em qual cidade? Conte-nos mais sobre..
-SIM! :) Eu morei um ano lá, fiz intercâmbio da metade de 2006 até a metade de 2007. Me formei lá na High School. Morei em Milford, Connecticut. Uma cidade trii pequena, mas super perto de NYC, Boston, Filadélfia e tal. Muito show! Foi uma experiência maravilhosa! Tipo, não foi nem um pouco fácil aprender a língua, viver em meio a uma cultura bem diferente, longe da família e dos amigos. Mas isso me ajudou muito a crescer como pessoa e lá acabei fazendo família e amigos tbm! Uma outra vida. E, claro, viajar é bom demais! Conhecer lugares novos é demaaaaais! Eu me apaixonei pelos Estados Unidos, sério. Sempre tive um preconceito, mas depois de morar lá mudou completamente. Lá tudo dá certo, funciona, é moderno, é bom. Tem vááárias pessoas estranhas, mas a maioria é legal. Engordei 10 kilos lá, a comida é muito boa. Outra coisa muito legal são os outros intercambistas que tu convive, um de cada canto do mundo, é muito divertido e interessante conviver com tanta gente diferente e ao mesmo tempo tão parecida! Foi ótimo, morro de saudades. Mas, certamente aprendi a dar muito mais valor à minha casa e às pessoas que eu amo! :)

Seguinte, tu certamente deve ter uma certa imagem de como é a fabico, as pessoas que lá estudam, as festas que lá rolam e tudo mais. Porém tu ainda tá só na expectativa...
Conte-nos um pouco mais sobre isso. O que espera encontrar por lá? O que espera que aconteça lá?
-Essa é complicada. Normalmente quase todo mundo tem algumas expectativas meio utópicas em relação a faculdade. Comigo é mais ou menos assim também. Eu imagino a Fabico como um lugar mágico, onde tudo acontece, tudo é liberado, a vida é linda e não há preconceito nem maldade no mundo. HAHAHHAHAHA. Não. Eu realmente só espero poder fazer valer cada segundo lá dentro durante os próximos 4 anos ou mais, aproveitando cada oportunidade, aula, festa, acontecimento absurdo o máximo. Eu espero que o curso de jornalismo seja mesmo o que eu quero pra minha vida. Espero que a faculdade ajude a moldar a profissional que eu quero ser no futuro e que sejam 4 anos inesquecíveis. Obviamente, também espero que aconteçam as melhores festas e loucuras, pq depois que tudo isso acabar, vamos ser gente grande de verdade. Sei lá, essa imagem que temos da fabico antes de estar lá, depende da gente mesmo ser ou não. Quero muito fazer da fabico tudo que eu espero. uhullllll

Razão ou emoção? O que te guia?
-Eu tento manter um equilíbrio com as duas. Mas na verdade, sou principalmente guiada pela emoção, mesmo. Eu sou meeega emotiva. Todos os meus atos mais verdadeiros foram guiados pela emoção, sem pensar antes. Na minha opinião pensar muito só complica as coisas, faz tu hesitar. E a hesitação acaba por te privar de sensações tri boas caso tu tivesse seguido em frente e não hesitado e, muitas vezes, desistido. Claro que tem se ser racional na maioria das vezes, mas sei lá, eu não penso e faço o que eu quero na hora. Eu vo atrás, eu faço, eu aproveito e depois eu penso.

O que é essencial na tua vida?
-Porra, eu sou tipo uma "amante". Eu AMO muito. Então, por causa disso, tem muita coisa essencial na minha vida: Minha família, a 20 minutos (minha tartaruga de estimação) e os meus amigos. É essencial muita calma e muita agitação. Muito livro e muita festa. Muita loucura e muita comida! É essencial essas coisinhas simples da vida que colocam um sorriso no meu rosto, isso é o principal.

Qual o teu maior ideal de vida?
-O maior ideal da minha vida é ter sempre algo em mente. A cada conquista, quero um novo desafio. Porque, ao meu ver, isso é o que nos mantém vivos. Tipo, se eu alcançar tudo o que eu quero, e aí? Perde a graça, não tem mais o que fazer. O importante é o caminho que leva à contretização do teu objetivo. Então isso é o que eu mais idealizo: ter sempre um objetivo na vida.

Um sentimento: Descreva-o.
-Aquele sentimento, que é como se fosse uma felicidade muito pura que tu sente quando tu finalmente tá ali, naquele lugar que tu mais queria estar. E tu pensa, pronto. To aqui. Mais perfeito não tem como. Agora é só aproveitar tudo pra nunca esquecer desse momento. Esse sentimento é o melhoooooor!!! Vale a pena todo sofrimento, só pra poder chegar a esse sentimento.

Como você acha que as pessoas vem você como pessoa??
-Bah certamente todo mundo me ve como uma pessoa que fala muito, super escandalosa e sem-vergonha na cara.

Gato ou cachorro?
-GATO. Sim, eu prefiro gatos. Não entendo pq vcs, a maioria, preferem os cachorros. Tipo, tá eu gosto de cachorros, super fofos e tal. Mas um gato.. um gato é diferente! É uma relação especial. Tu tem que conquistar o gato, ele tem que confiar em ti. E quando isso acontece, é super especial. Ele não vai te largar pelo primeiro que aparecer com um pedaço de comida ou sei lá o que como fazem os cachorros. Meu gato morreu faz anos já e minha mãe é uma dog-person então, no momento, não tenho nenhum. Convivo em grande harmonia com os cachorros da minha irmã, adoro. Mas prefito gatos! GATOS GATOS GATOS.

Pra ti, como é a festa perfeita?
-Boa!!! Então, no geral, festa boa pra mim depende da companhia, das pessoas que eu to. Mas, na minha cabeça, a festa perfeita seria:
Em um lugar parte fechado, parte patio coberto, com muito verde. Não muito grande, não muito lotado. Com uma iluminação bacana, mesinhas pra sentar e espaço pra dançar. Com uma banda num canto tocando clássicos nacionais e internacionais do rock e até do pop. Um reggae de vez enquanto, muita MPB e bossa nova. Tipo se alternassem entre uma bandinha reggae/rock e um cantor só com o violão e a MPB.. A cerveja seria polar. Teria tequila e muita caipirinha. Teria só gente legal, de bem com a vida, tudo liberado, numa nice. Poderia até rolar um pagode, só pro pessoal dançar. Mais ou menos isso, eu acho. My little night-paradise. haha

É feliz?
-A felicidade é relativa e vem em diferentes formas. No geral, eu me considero uma pessoa feliz sim. Mas esse "feliz" vem junto com as coisas boas e ruins da vida, faz parte de um todo. Como eu já disse, a gente precisa do sofrimento pra saber dar valor pra felicidade e essa felicidade não tá sempre comigo. Maaaas, eu tenho tudo o que eu preciso e vivo muito bem, portanto, feliz. :)

Bebeth em uma palavra?
-Intensidade.


Estão aí as que julgo mais interessantes. Amanhã parto pra Bagé, fazer uma visitinha depois de seis meses! O feriado promete...
Leitor, até mais, aquele abraço!

sábado, 25 de abril de 2009

Para Porto Alegre

Buenas e me espalho!
Então, eu tava por aqui lendo meus posts super antigos lá de 2006 e 2007 pensando como a minha vida era bem mais interessante "back then". Será? Ultimamente me encontro num estado de "limbo" esperando começar a faculdade, preenchendo meu tempo com aulas de francês e italiano, algumas -espaçadas- idas à academia e bom, dividindo os outros 87% do meu "free time" entre: Comer, dormir, assitir filmes, ler alguns livros, comer, ver os amigos, beber, dormir, assistir "Friends", comer, algumas festas, dormir, cinema, comer, cultura, comer, dormir, comer, dormir... é, eu sou o Garfield.
Eai, super interessante ou não? He,
Mas a realidade é que minha vida em Porto Alegre não tem como não ser super mega interessante, ao meu ver. Tche, eu amo Porto Alegre. Bagé que me perdoe, mas como diz a outra, Porto Alegre me tem. É necessário, então, um parágrafo demonstrando meu amor à essa cidade:
Oi, je t'aime, Porto Alegre. Pour quoi? Parce que tu tens o pôr-do-sol mais bonito do mundo. Porque tu és repleta de gente maravilhosa de todos os cantos do estado e do globo. Porque em cada rua, cada canto teu, tem um lugar especial, uma história pra contar. Porque tu nos conquista pouco a pouco, com uma feira do livro aqui, uma rua repleta de ipês florindo ali, um bairro aconchegante acolá. Porque tu tens o MARGS, o Iberê Camargo (o instituto), o Santander, a Usina do Gasômetro e o Memorial do RS. Porque tu tens a Redenção, o Parcão e o Marinha. Porque tu tens a zona sul, o bom fim e o moinhos de vento. Porque tu tens o Estádio Olímpico. Porque tu és a terra do Grêmio e até do Inter. Porque há o Saúde no Copo, a Lancheria do Parque, o Pastel com Borda, o Cavanhas, o Vermelho 23 e o Riversides Shikki. (Sim, eu amo comer.) Porque tu tens a Padre Chagas, a Lima e Silva, a República, a Borges, a Ramiro Barcelos, a Independência e a Osvaldo Aranha. Porque tu me possibilita caminhar pelo Bom Fim, num dia de domingo, comer um pastel na Fernandes e coisa e tal. Porque foi aqui que conheci algumas das pessoas mais importantes da minha vida. Porque tu exala cultura e tu és gaúcha, a nossa capital. Porque tu és a minha casa.


NOOOOOOOOSSA, chorei.

É, viver em Porto Alegre tornou a minha vida bem interessante, aqui tem muitas opções de lugares pra ir comer.
Hoje é sábado, vou ficando por aqui, que a cidade me espera.. (uui)

Até mais ver, leitor! Aquele abraço.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Meu primeiro "conto" em francês!

Oi. Versão 2009 bombando. Eu fiquei realmente emocionada com esse continho que escrevi para a minha aula de francês. Perdoem os erros de iniciante e se maravilhem com essa história sobre um rapaz, um velho e uma livraria. Au revoir!

P.S. depois eu posto novamente, quando for corrigido! --- VERSÃO CORRIGIDA



Il y avait dans une petite ville un garçon qui avait été abandonné par ses parents quant il avait huit ans. Il a vécu dans la rue pour quelques mois. Or, un jour, un vieux homme l'a rencontré et l'a aidé. Le vieux homme l'a conduit jusqu’à sa petite librairie. Le garçon a appris à lire et est tombè amoureux par la littérature. Il travailait tous les jours dans la librairie, le soir il dînait avec Monsieur Russeau –le vieux homme- et après il lisait quelque livre jusqu’à s'endormir. Il avait unne bonne vie. Monsieur Russeau disait que la vie davait être toujours belle, quand non, il y avait les livres. Le garçon a appris à prendre soin de toute la librairie. Celle ci a commencé à prospérer. Enfin, un bon jour, un ensoleillé jour, après treize ans, Monsieur Russeau a dit au garçon : « Tout est prêt. Il faut vivre avec amour. J’ai vécu. C’est ton tour, garçon. » et il est mort. Le garçon a pleuré beaucoup, non avec tristesse, mais avec bonheur et nostalgie, contant d'avoir les livres!

Ana Elizabeth

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

A Troca.

As reviravoltas da vida são impressionantes. Já começei um texto aqui assim, e acredito que esse é um bom começo pra esse aqui também. Confesso que me encontro na frente do computador morrendo de vontade de escrever, mas sem saber bem sobre o que. São tantos pensamentos, tantas reviravoltas. Viver é, ao mesmo tempo, tão simples e tão complicado. Hoje vou deixar de lado o real da vida- o vestibular, os estudos, a louça pra lavar- e falar do emocional, do sentimento. Aliás, dos sentimentos.
Eu acho surpreendente e MUITO SUPER (claro, não podia faltar) essa mistura de sentimentos que nutrimos por certas pessoas. A vontade insuportável de estar junto, de conversar, trocar. Trocar. Simplesmente trocar.
Eu nunca tinha pensado no amplo significado que essa palavra apresenta. Não estou falando de trocar pessoas, mas trocar COM pessoas. É isso que é preciso na vida. As reviravoltas e os momentos mais importantes estão repletos dessas trocas. Trocar expêriencias, fluidos, carícias, olhares, sentimentos e vontades. Poder dar e receber em troca. É isso!

quarta-feira, 25 de abril de 2007

Ana's tale - Chapter one.

The beginning.
Suddenly aware, I looked up from the table to see a boy wearing a pink polo shirt, with a flipped collar, standing right in front of me. Amazingly gorgeous, Matt had a smile lightened by his blue eyes that gazed at me happily, as was his charm. Nervous, I looked down in a failed tentative to concentrate in my homework, until I froze when I heard his voice call my name.
“Ana.” He said. I have been going to Blury High for eight months and it was the first time I heard him say my name so close to me. Actually, it was the first time I heard him say my name at all.
It was a spring day and I was sitting in the library waiting for my dad to pick me up. He was only coming at four, even though school ended at two. “Hey” was all I managed to say back .Suddenly it was so hot in the room and I couldn’t stop biting my pencil. Grinning at me, he looked back and reached for a chair in the next table. Next thing I knew he was sting across my table gazing at me contentedly. “I’m Matt by the way.”
Or course he was. Matt Di Biagio was simply the hottest guy in school. He was also, president of the senior class and captain of the basketball team. A guy who, according to my earlier experiences in high school, would never – never talk to a girl like me.
“I’m Ana.” I said softly beneath the rush of sensations I was having.
“I know.” He smiled again. Could any one have more perfect teeth? “Math homework?” he asked. “Yeah.” I said. “Algebra was never my strong point.” I kicked my own foot under the table. I had to make sure it was not a dream.
We spent the next hour working on my homework, talking only about ordinary things. Like the weather, the last night’s Friends episode and whether people buy more orange or yellow socks. Surprisingly, he was just like any other guy I know. Expect maybe, for his perfect features. At 3:30 he rose from his chair, went through his hair with his hand and stared at me. “I will see you later Ana.” He said and he meant it. A second later he was gone.
It took me a while to process everything that had just happened, not knowing that what had past was going to change my life. I just had had a normal conversation with a guy I used to hate with all my heart, mainly because I was completely vulnerable to his charm even though I never talked to him. And also, between all the anger, I was madly in love with him.
I am not the girl who life turns around boys, so my passion for Matt was never hard to deal with. Sometimes I forgot all about him and most of it I was too busy hating him to actually love him. With the exception of the times he played basketball at my neighbor’s house, or passed by me in the hall ways. The single glimpse of him made my heart go all the way up in my mouth.
I was still floating in the sky two hours later, lying in my bed when I heard a ball kicking outside in the street. I ran to my window just to see my neighbor Kyle with it. Yet, another thing caught my attention. A little brown box standing next to my car, a
yellow new beetle that was a gift from my seventeenth birthday. I walked down the stairs, to the front yard and opened the box.
That was when everything really started. With the box, I mean. Inside it, I found letters addressed to me that I never received, full of poems and confessions. There were pictures of me eating lunch at school, paintings of my face with my long brown hair and dark eyes, and in a new envelope, tickets to the Knicks game next Saturday.
It all came down so quickly, it was hard to breathe. I just knew, there was no signature in the box, but I knew. He loved me. I dare to think he even hated me too. Just like me. I don’t know how everything went from that point on. That was simply it, it changed my life.
What followed after his first move just came as a reaction. All of a sudden I knew him so well, and loved him so for he also loved me all along. Nothing else mattered, we were together. We never needed explanations for why it took so long, it was over now. I seemed to distinguish him from a past life, his short blond hair, blue eyes that could capture the entire ocean in one single look, a smile that had the power to make a flower blow, I knew every inch of his body.
“I just couldn’t take it anymore, not without you anyway.” He said to me later that night. I smiled at him. “I know.” And I knew. That ordinary spring afternoon was just the first day of the rest of our lives.

quarta-feira, 14 de março de 2007

Sete meses

Entao, faz quase 7 meses que me encontro morando nos Estados Unidos e tenho soh mais 3 meses aqui. Da um baita aperto no coracao de pensar nisso. Posso dizer que nunca me senti tao dividida em minha vida. Por um lado, a saudade me consome quase por inteiro. Como eu quero abracar meus amigos, ver minha familia, comer arroz com feijao, voltar as 6 da manha da festa, falar portugues, estar em casa. Que ansiosa eu fico pela minha nova vida. Cursinho, vestibular, Porto Alegre me esperam. Porem, de jeito manera quero deixar a vida que tenho aqui. A vida americana eu ateh conseguiria viver sem, mas me refiro a vida de intercambista. Nao eh facil, mas eh perfeita. Que monte de coisa eu aprendi! Interagindo com gente diferente, conversa inteligente, respiro cultura. Que divertido! Falar palavroes em varias linguas, trocar experiencias, costumes. Gente de tao longe, mas ao mesmo tempo tao perto, unidos pelo mesmo motivo. O intercambio. Intercambio de cultura, de amizade, de vida, de coracoes. Nao tem diferencas entre a loira alta da Alemanha, o baixinho aziatico do Japao, o moreno da India ou da latina do Mexico. Somos todos um, somos todos intercambistas, aproveitando o maximo desse ano que ta mudando nossas vidas. Ninguem nos entende melhor que nos mesmos, estamos vivendo nosso sonho. Somos especiais. Por varios motivos. Somos patrocinados pelo Clube que mais faz pelo Mundo hoje em dia. Temos os privilegios de interagir com rotarianos que visam um mundo melhor sempre, que tem fe na juventude de hoje, que trabalham pelo amanha. O Rotary Youth Exchange Program nao eh soh estudar e aprender outra lingua. Eh viver, conhecer, entender, caminhar junto com esperanca no futuro. A gente eh o futuro, e somos especiais por ter estes anjos rotarios olhando pela gente. Pois eh, este ano esta mudando a minha vida. Aprendi a amar e respeitar os Estados Unidos e tambem todo pais do mundo. Vi tanta coisa linda, tanta coisa feia, chorei de saudade e chorei de felicidade. Ja quis muito voltar pra casa, e ja quis ficar aqui pra sempre. Tenho familia aqui, tenho amigos aqui que hoje nao me imagino sem. Cresci muito, e cresci pra melhor. Amadureci com as dificuldades, mas nao perdi a juventude, o jeito de falar bobagem e de dar risada ateh doer a barriga. Me diverti, e fui extremamente responsavel. E o mais importante, aprendi a valorizar minha casa e minha familia. Que orgulho de ser brasileira e que orgulho de ser do MUNDO, intercambista do Rotary. Tenho soh mais tres meses aqui, e pretendo vazer valer cada segundo. Agradeco demais a todos que contribuiram para fazer este meu ano tao especial. Nao eh facil, mas vale muito a pena.

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007

Too much books.

I've been reading books for 89% of my time. Latelly my choice has been about teenagers like me, living all the trouble on an american high school behind the shadows of the joks and cheerleaders. But what kind of book heroine would I be?? The really short girl, in white skin and brown eyes and hair, chubby, TOO CHUBBY. The one with no real friends, that can't even speack english that well. Well, in the books I've been reading all heroines start like that. However, in the end they end up finding they prince charming in the strangest way possible. The thing is that the object of my afection is not the President's son, or the reencarnation of King Arthur and really not a vampire. It is simply this kid in my bio class, not even a jok. He is in the swim team for God's sake. And I'm not even close to my happy ending, he barelly notices that I'm there. Well, no boy does actually. I think that extreme chubby girls don't get a happy ending. In the books, always something laime happen and the girl and the boy meet, like when she's running on the park (I don't run), or in the drawing class, or the bio class! That's it! We did met in the bio class. However, he did not notice me. At all. And then, something really cool happens, and they realize how much they love each other, like she saves the President's life or something. And of course, some magic thing will happen and the boy (who happens to be the hottest in school) will leave the blond cheerleader and live happily ever after with the not-that-attractive brunnette heroine. Is it that I'm not in love with a jok guy? This really doesn't matter, that vampire guy wasn't in the football team anyway. High School is hard, especially if you -like me- are not in the In Crowd. Not that I care, of course. But with all those books, man, I wish I had my prince charming. NO! He is not even that charming. He is just this kid with a messy light brown hair who wears pijama pants almost everyday to school. He is funny, and so, so cute. And it is not that I've never tried to talk to him, believe me, I sure did. The problem is that I don't know what to say when it comes about boys! Yeah, I know. I have no change. But maybe, maybe if tomorrow during my bio class I go up to him and aks im out then he will totally say yes! Not. Who am I kidding here? There is no chance. I'm not in the book heroine list. I told you. chubby girls don't get the guy. You know what? I think I will probably go looking for a more-good-looking-dangerous-like-the-book-characters guy. Who knows? Maybe tomorrow I will ran into this kid who is a werewolf, or Harry Potter, or the football capitan, or something. Than he saves my life against this giant snow monster who wants to eat me due to this ancient prophecy who says that I'm the great-grat-great-great-grand doughter of this Queen that he was in love long time ago and dumped him for the, you know, hot guy. And then. I will find my happy ending. (Probably running for the monster I will lose all those pounds and stop being the chubby one.)

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2007

The day i left home

It has been almost a year since I had become an exchange student. However, it was this morning that I was going abroad. I woke up early and walked slowly to the bathroom. While I was getting ready I had a need to make the most of my last moments at home. At the kitchen my family was waiting for me: my grandmother, my grandfather, my bother, my sister, my little niece and my mother. All of them sitting around the big table in the center of the room. I grabbed a piece of bread and a glass of orange juice; I did not feel hungry, though. My brother was trying to make small talk when my mother suggested that we were ready to go.

My grandmother and my grandfather gave me a big hug, and I fought the tears. My brother and my sister carried my two black suit cases into the elevator, my mother hold my hand when we closed the door behind me. On our way to the airport the sound of the radio replaced the need of conversation. The darkness was fading away with the outcome of the daylight. Everything looked the same, the houses, the trees, yet I kept my self aware that I would not see this for a long time. In my mind twelve months seemed an eternity.

After arriving on the airport we went directly to the check-in. Therefore, without big bags, only with my hand bag we were able to have a better locomotion. My brother and I walked through the stores while my sister and my mother set down in a coffee place. I still had a couple of hours. Minutes later we joined my sister and my mother to a cup of coffee. My phone rang; I answer it without looking to see who it was, I already knew. My boyfriend talked about how he would not forget me, and spend the last minutes wishing me all the best. This time I did not fight the tears, they did not come. It was being easier than I thought it would be.

I hang up and gave the phone to my mother. My cell phone was not going to work in the United States anyway. I stared at my hot chocolate thinking about everything and nothing at the same time. I was going to live abroad for a year, what I always wanted. On the other hand I would be away from home. The time was passing quicker now. My sister brought up the subject that no one wanted to talk about. It was time to go. My mother ran to the cashier while we tried to take our time on standing up. The four of us walked slowly to the terminal that my flight was on.

My sister was the first to make a move, with warm hands she gave me a hug and whispered good words in my ear. My brother did the same, although “Take care little sis.” was all he said. My mother held me tight against her chest and seemed like she did not want to let me go. I went to the security with growing anxiety as I left my family behind. From the terminal I took one last look through the glass wall, the tears were coming now. But I fought them and the feeling of expectations, freedom and happiness kept them from coming. So, fearing my new journey and filled with emotions that I could not recognize I got on the plane heading to the United States.

Free thoughts put into words.

When I try to find myself, I end up getting lost. Life is complicated, bad things happen all the time. And you know what? It is amazing! Sometimes I feel really bad, turn my back to the world, everything is wrong. However I started to think about how perfect life is. What if there was no problems at all? No pain? How would you know the feeling of happiness? It would be so boring! It would have no magic, no sense of achievement. We need the hard times to be able to appriciate the good ones. Life is a journey and if we want to complete it, we need difficulties. How wonderful is the feeling of accomplishment, of winning the battle against the bad guy. It makes us stronger, a better person. Eventhough life is not a sea of roses, it is perfect on its simple things. A hug when you really need it, stare at the one you love, watching the sunset after an exausting day, making your friend laugh, see the smile on the face of people you really care about.. The small things make everything worth it. True happiness is above material stuff, above a pretty body, it is above money. It is all about making through the though times, appriciate what you have, and understand the value of the simple things in life. In order to find myself, I need to get lost.

segunda-feira, 27 de novembro de 2006

Vida numero 2.

Passei 16 anos vivendo uma vida, vida simples, conhecida, rotineira, minha vida perfeita. Estou a 3 meses vivendo outra vida, vida nova, diferente, desafiadora, minha vida perfeita numero 2. Deixei meu `reino` no Brasil, meus amigos, minha familia, minha casa, meu aconchego. Me encontro num lugar completamente novo, diferente, onde eu sou apenas mais uma, onde nao conheco ninguem e eh eu por mim. Em 3 meses aprendi mais do que em 12 anos de escola. Nao eh facil deixar tudo pra tras e recomecar do zero, familia nova, casa nova, amigos novos, escola nova, lingua nova, pais novo.. e tenho orgulho em dizer que mudei muito e to me saindo bem. Hoje me conheco melhor, enxergo tudo o que eu dizia ser mas na realidade nunca fui. Na verdade nao mudei, deixei de parecer ser quem nao sou, hoje conheco minhas verdadeiras caracteristicas, as verdadeiras qualidades e os defeitos.
Bom, nao tenho certeza se mudei ou nao. Mas se mudei, mudei para alguem melhor, alguem que se conhece de verdade e que da mais valor a tudo e a todos. Se nao mudei, parei de fingir ser o que nao era. Ganhei novas qualidades, sigo com os mesmos defeitos, e... ta bom! Ganhei defeitos tambem! Pombas! Posso dizer que estou trabalhando com meus defeitos, tentando molda-los para quem sabe num futuro nao tao distante eles acabem por ser qualidades?! (hehehe)
Uma pausa na duvida das mudancas para falar das experiencias. Que bom morar fora! Que bom conhecer gente nova! Cultura! Que linda a cidade de NY, amo! Que diferente sao esses americanos, e como eu gosto deles! Que feliz fiquei com meu boletim na escola! E o ultimo ponto de exclamacao: QUE SAUDADES DO BRASIL! (ufa.)
Seguindo: Mudei ou nao mudei? Eis a questao. Nao sei. A minha mae disse no perfil dela no orkut, que esta sempre mudando e nunca vai saber quem eh e no fim ela disse: QUE BARBARO! Sabes que eh isso mesmo? Que super que eu mudei! (ou nao mudei). Que coisa mais divina poder crescer em todos os termos (menos altura) em 3 meses. Nao tem explicacao o que eu estou vivendo. Dificil? Demais! Porem (ahhh sentiram falta dos meus porens??), sensacao mais perfeita nao ha. Coisa de intercambista.
Mudo de familia semana que vem by the way.
Entao, para concluir eu pretendo seguir trabalhando na minha vida numero 2, pegar soh as coisas boas da vida numero 1 e adiciona-las na numero 2, misturar bem e: TCHARAN! vida numero 3! E quando eu voltar para casa, fazer da vida numero 3 a mais perfeita de todas!




PS: que lata os meus parenteses!

terça-feira, 10 de outubro de 2006

Intercambio, primeira impressao.

Vao fazer dois meses que me encontro longe do Brasil, longe do Rio Grande do Sul, longe de Bage e longe da minha casa. Estou morando nos Estados Unidos, fazendo intercambio. A saudade eh imensa e me sufoca cada dia mais, porem me atrevo a dizer que esta viajem foi uma das melhores coisas que ja aconteceram na minha vida. Tudo diferentemente lindo e novo. Na maioria das vezes sinto-me uma crianca de 4 anos perdida sem saber o que fazer, ou como agir. Creio eu que a principal barreira eh a lingua, e nao querendo parecer metida mas estou me virando muito bem nesse aspecto. Depois vem o lugar, tudo aqui literalmente igual aos filmes! As casas, escolas, ruas, lojas, cidades, tudo! Parece quase um conto de fadas, eh tao facil e moderno! Porem o mais dificil sao as pessoas. Por que? Ora bolas, simples! Eles nao sao brasileiros! Eles nao tem a paixao que contagia a todos, o humor e a alegria que soh os brasileiros tem. Eles sao fechados, preservam o seu espaco numa conversa e nem sequer dao um aperto de mao quando se encontram! (Nao atribuo isso a todos americanos, dependendo do grau de conhecimento algumas vezes eh possivel enxergar um beijo e ate mesmo um abraco!) Que falta eu sinto de abracos! Que falta eu sinto de enxergar quem eu amo e correr para um abraco verdadeiro e apertado! E que orgulho sinto da lingua portuguesa por ser dotada da mais linda, perfeita e dolorosa palavra ja feita: SAUDADE! Eh inexplicavel o tamanho da saudade que eu sinto do meu pais, das pessoas que eu amo, do meu quarto, da comida brasileira e da 20 minutos. Mas sei que minha missao aqui na America do Norte vai alem de ensina-los que no Brasil nao se fala espanhol. Eh extraordianario o quanto estou aprendendo em cada dia e o quanto eh bom sentir que tambem estou ensinando, a troca de culturas eh algo imensuravel que todos deviam ter a oportunidade de realizar. Que incrivel eh discutir costumes, tradicoes e nacionalidades! Explendido aprender a falar palavroes em diversas linguas! A sensacao de falar com um americano e tentar defifrar em meio a girias e gestos se ele esta de trovando ou nao, nao ter a certeza de estar falando a coisa certa no momento certo, uma virgem num novo mundo! Varias primeiras vezes em somente um dia! Primeiro cookie, primero passeio em um school bus, primeira vista da cidade de NY, primeiro amigo, primeiro abraco verdadeiro! Como diria o grande idolo da minha mae: sao tantas emocoes.. Falei dos defeitos das pessoas aqui, mas nao sao nada comparados as suas qualidades! Meu Deus, eu nao sou muito religiosa mas agradeco todos os dias pela familia maravilhosa que eu estou morando aqui! Hoje de manha o meu host dad me fez um sanchuiche de geleia e manteiga de amenduim pra mim levar pra escola simplismente por que eu nunca tinha comido um e ele sabia que eu iria ficar feliz! Eles sao dotados desdes pequenos gestos que podem nao ser um abraco, mas sao tao quao significantes. As pessoas aqui tem me tratado muito bem, e eu tenho aprendido muito com elas. As pessoas costumam odiar os Estados Unidos por causa do imperialismo, das guerras e tudo mais. Mas elas nao entendem que nem todos sao como o Bush. Por sorte moro num estado mais `democratic` onde a maioria eh contra ele e eu estive aqui no dia 11 de setembro, 5 anos apos os atentados e eu pude sentir e entender a tristeza dessas pessoas que viram mais de 1000 'irmaos' americanos morrerem simplismente por odio. Eh extremamente dificil pra eles e simplismente nao da pra deixar para la. Vivi tanta coisa neses dois meses que nao cabe nem a metade neste post.
Um paragrafo eu dedico para os outros intercambistas do meu distrito. Que grupo mais perfeito, engracado, animado e inteligente! Cuidado, uma brasilera, uma alema, uma peruana, uma argentina, uma francesa, uma turca, um indones, um taiwanes e um equadones(ou que quer que seja uma pessoa do equador) juntos nao dao certo, dao muito mais que certo!!! Que feliz eu so com voces, e quinta feira vamos pra NY e Filadelfia por 4 dias! Haja energia!
O meu amor pelo Brasil cresce mais a cada dia ao mesmo tempo que o meu amor pelos Estados Unidos tambem. Eh surpreendentemente magnifico o quao o Brasil tambem me ama e nao me deixa parar de pensar nele nem um instante! A cada segundo algo sobre o Brasil surge na minha frente, uma camiseta, uma noticia no jornal, um filme no hotel, a Gisele num comercial, eh incrivel e isso me faz tao bem.
Um paragrafo em especial a tecnologia nao pode faltar. Coisa boa poder falar com meus amigos e minha familia quase todo o dia pelo messenger! O mundo ta cada vez mais pequeno a minha host mom disse, e ela esta completamente certa. Viva a internet!
Essa experiencia esta sendo perfeita em minha vida, nao ha explicacao, obrigada mae por tudo que tu estas me proporcionando, sinto muito tua falta! Amigos, amigas e familiares eu amo muito voces, morro de saudades!

`So close no matter how far..'

segunda-feira, 15 de maio de 2006

Eu disse..

A reviravoltas da vida são impressionantes. Parti na sexta-feirta com uma idéia na minha cabeça e hoje me vejo sentada em frente ao computador com uma totalmente diferente. Uma amiga minha sempre dizia 'um dia vai aparecer alguma coisa que vai te ajudar a superar tuas desilusões quando tu menos esperar' (claro que nao era com essas mesmas palavras mas transimiti bem o sentido). Então na sexta como previu minha amiga me deparei com a solução na minha frente, porém (eu e meus poréns amados aiiii tchuqui tchuqui) passei todo o tempo com o problema tentando nao enxergar a solução. Não vendo que o problema me desmoronava suavemente, como se fosse um veneno de ação demorada mas fatal.. fiquei ali bebendo do líquido poluído. Mas no instante que eu estava á beira do precipício eu enxerguei a luz no fim do túnel (minha metáfora tá ficando difícil de acompanhar falar com o problema sair do veneno pra queda e se deparar com um túnel mas tudo bem..) Algo dentro de mim previu que não era boa coisa e eu recuei. Aos poucos fui abrindo meus olhos para o que estava diante de mim. A solução logo ali pairando sobre minha cabeça como um mosquito barulhento. Falei mosquito e não anjo por que naquele instante ela ainda não tinha a aparencia de um oásis onde eu poderia descansar e me curar do veneno que quase me possuíra. No final dessa primeira jornada levei um sermão da esperada solução por ter me aproximado tanto do perigo sem temer as consequencias. Mas pude dormir viva sem lágrimas nos olhos. Ao ínicio do final dessa história me encontrei num vale, perdida em meio á lembranças, decepções que despedaçavam meu coração. Tentei desesperadamente encontrar a saída mas tudo parecia sem fim. Mas não havia me dado conta que sempre tenho meus anjos da guarda ao meu lado. Aquels á que chamamos de amigos, mais uma vez eles me levaram pra perto da solução que desta vez ao meu olhar não era mais um mosquito, e sim uma borboleta linda contendo tudo o que eu precisava, principalmente valor. Resolvi lutar contra o problema. Foi fácil desta vez, ao meu lado essa borboleta solução me proporcionou forças, foi muito bom. Vi que nem tudo está perdido, percebi que existem coisas que tu aprende a gostar por que elas te merecem e outras simplismente não merecem. Hoje, acredito que para me lembrar do problema, levei um tombo e cai na realidade. Literalemente. Mas pelo menos após essa jornada sei que a guerra ainda nao acabou. Ainda assim agora tenho certeza que tenho forças para continuar lutando. A esperança é a última que morre.


Assim foi o fim de semana metáforo.

sexta-feira, 12 de maio de 2006

CONTATOS IMEDIATOS DE 1º GRAU

Ontem tomei coragem e escrevi um e-mail pra minha primeira host family. A minha 'mãe' de lá respondeu quase na hora, muito querida ela. Quase tive um treco de emoção. Mais tarde a minha 'irmã' que tem 15 anos, a Gina me escreveu também. Sério eu to muito feliz! Não acredito que já estou me comunicando com a minha família americana! That's awesome!
Ontem foi quinta e eu não fui a aula hoje, então fui dormir na casa da Carol. Fizemos um dos nossos programas prediletos. Alugar filmes, montar um camão na sala, pedir comida e na madrugada fazer um doce. A gente se diverte muito, essas noites são sempre muito boas. Hoje de tarde tenho o teatro no Yazigi, eu vou ser a Renata Silveira. Sem sal até demais. Hoje é sexta, vou pra festa, minhas amigas chegam. MUITO FELIZ! Algo me diz que hoje vai se uma 'daquelas' festas, que no outro dia nao tem lugar pra outro assunto sabe? I feel like I have butterflys in my stomach, literalmente. Todavia, há um porém (porque eu adoro escrever essa palavra) NÃO TENHO ROUPA! Ora, não me chamem de fútil! Aqui em Bagé não se encontra algo legal e ao mesmo tempo confortável para usar e faz tempo que nao vou á capital fazer compras! hahahaha
Hoje to meio sentimental, mas não to inspirada para escrever.
Então vou ficar por aqui, talvez depois do fim de semana queeusintoquevaiabalarasestruturasdacidade eu escrevo!




Até.

quarta-feira, 10 de maio de 2006

Primeiríssimo!

Então! Meu mais novo blog começando... AGORA! E o pior de tudo? Influencia do Tomás, minha turma reduzida do ingles me levou a cultivar uma relação mais aberta com esse ser, e pra piorar no teatro ele vai ser a Bia! A minha querida Bia! Lástima talvez, talvez não. Voltando ao assunto, ao ler os interessantísimos, porém inúteis posts do Tomás cheguei a conclusão que ele escreve muito bem. E eu também quero! Então cá estou, sentada na frente no meu computador me sentindo uma idiota. Mas não pensei só no meu ilustre colega ao criar isso aqui. Pensei também que seria uma boa ter um tipo de 'diário' virtual para eu poder escrever em qualquer lugar. (desque haja um computador e internet nele)
Postos os motivos deste endereço virtual, seguiremos para o assunto principal: EU. Eu sou uma pessoa muito interessante. Pelo menos EU acredito nisso. Hoje contudo, nervosa. Faltando mais ou menos 3 meses para eu partir desta para melhor, (ainda não o céu, mas os EUA Oo) me encontro com um papel com o endereço do e-mail da minha primeira família hospedeira me encarando esperando a 'deixa' para eu enviar um para eles. O que falar para as pessoas que me acolherão neste grandioso e longíncuo país que eu ainda não conheco? (...) Pensando bem, é uma ótima forma trocar e-mails com pessoas que estamos prestes a conhecer porque ajuda a diminuir a tensão do primeiro encontro. Pronto. Não estou mais nervosa. Simples assim.
Acabei de achar mais um motivo disso aqui. Posso desabar, desembuxar várias palavras, tudo que entala dentro da gente sem que ninguém me interrompa. Super!
Próximo tópico: (em meios a barulinhos insurecedores do messenger misturado ao som da TV na sala ao lado e a minhas conversas paralelas no messenger eu to perdendo a concentração fácil, mas de uma forma eficiente, nao enchendo muita linguiça sobre cada assunto)
E o tópico anterior foi o meu pensamento entre parenteses. Eu disse, eficiente.
Amanhã tenho recuperação de química. Estou começando a achar que eu sou alguma espécia de 'nerd' ou algo assim, que foi feita com uma barreira ante reprovação que por sinal esse ano está se desfazendo e causando um tufão no mundo. Sim, pois todo mundo parece ficar muitíssimo espantado ao ouvir a notícia da minha recuperação de química. Me defendo porém que meus erros foram bobos e que isso não significa que nao sei a matéria. Porém na segunda prova cometi os mesmos e consegui tirar meio ponto a mais. Resultado: recuperação!
Dãããão!
Mas isso realmente não é um problema, 5,4 recupera-se fácil.
Fora isso, estou a espera de minhas amigas que não moram mais aqui mas que virão para o dia das mães.
Tenho muito o que escrever, mas vou deixar isso pro próximo post.
Mentira.
Na realidade cansei de digitar, então vou voltar para o meu messenger.
O Lucas tá lá.




Até a próxima.